Quando o Fair Credit Billing Act foi assinado em 1974, ninguém previa PIX, marketplaces ou subcredenciadores movimentando trilhões. Aquela lei dava ao consumidor um direito justo: contestar cobranças. Mas instituiu também uma assimetria que carregamos até hoje.
Do lado do portador, um botão. Do lado da empresa, um exército de operadores buscando evidências, escrevendo cartas técnicas e perdendo prazos. Quem cresce em transações, cresce em perdas — não porque mereça, mas porque não escala defesa na mesma velocidade.
